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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Downy: amaciante "baum dimais da conta"


Oi gente!

Estou aqui num momento super dona de casa e resolvi compartilhar uma descoberta nova com as minhas amigas leitoras, que também precisam ser donas de casa, e os amigos maridos ou que cuidam das suas casas também, ou mais precisamente, das suas roupas.

Vamos lá... pra começar, não estou ganhando nada com isso. Escrevo apenas pelo prazer de compartilhar uma informação que achei bacana.

Talvez, vocês já tenham visto esta nova opção de amaciante no supermercado: Downy. Eu comprei no mês passado porque era a opção mais barata de amaciante concentrado e, para minha surpresa e alegria, ele é o primeiro amaciante que fica mesmo na roupa. Uma delícia! Na roupa de cama, por exemplo, que troco uma vez por semana, todas as noites, quando vou dormir, sinto o perfume.

Por esta razão, resolvi compartilhar a informação com vocês. Espero que aprovem também ;)

Quanto ao preço, acho q os supermercados já descobriram que o produto é bom, pois quando fui comprar novamente já estava igual ao preço do Confort. Mas pelo cheirinho que fica, pagava até mais caro. Q eles não me leiam:S

Ah! Fazendo uma pesquisa rápida na internet, descobri que trata-se de uma marca americana. Segundo a blogueira Lúciah Andrade do Elas, a marca é líder de mercado nos Estados Unidos e no Canadá e apresenta uma fórmula quatro vezes mais concentrada.

É isso. Grande abraço e até a próxima! =)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Sopa Paraguaia de novo!

Esse último post sobre coisas para fazer em Campo Grande/MS me deu uma fome danada. Tb não é para menos, quase só indiquei programas que envolviam a deliciosa culinária da região.

Por isso, hoje a tarde, não teve jeito. Tive q ir para a cozinha! Fui fazer Sopa Paraguaia, baseada na receita mais recente que a minha vó Helita me passou. Um tesouro que compartilho a seguir com vocês:

Ingredientes:
- 4 cebolas médias;
- 500g de farinha de milho em flocos (akela tipo biju amarela);
- 1 colher de sopa de sal (no entanto, é bom conferir se o queijo não é muito salgado ou completamente insosso. Dependendo disso, a quantidade de sal pode aumentar ou diminuir. Mas, em média, é uma colher);
- 1 xícara de óleo (esse óleo servirá para fritar a cebola. Eu resolvi diminuir um pouco a quantidade e achei que não alterou o resultado);
- 1 queijo de 800g (lá em Campo Grande, a gente usa o queijo caipira meia cura (queijo tipo minas, nem tão fresco, nem tão curado/seco - meia cura :). Mas, como aqui não tem, uso o queijo colonial mesmo. Altera um pouco o sabor, mas continua muito bom!)
- "quase" 2 litros de leite.

Modo de fazer:
Cortar a cebola. Fritar no óleo até dourar. Ralar o queijo (ralo grosso). Colocar em uma vasilha grande a farinha de milho com 1 litro de leite. Colocar a cebola frita junto com a farinha. Misturar os demais ingredientes. Ir acrescentando o outro litro de leite até a massa ficar com uma consistência tipo de bolo. Enquanto misturar, verificar se os flocos da farinha desmancharam bem. Colocar em uma forma grande untada com óleo. (Ou como eu não tenho forma grande, dividi em uma pequena, um marinex e uma forma de pão). Colocar no forno pré-aquecido, em temperatura média, e assar durante cerca de uma hora (ou até dourar por cima). Esperar esfriar um pouco para ficar mais fácil de cortar para servir.

Levei o marinex no trabalho do maridão, a pequena para minha sogrinha e a retangular maior fiz para saciar minha vontade...hehehe. Mas apesar do olho gordo, congelei a maior parte da minha para comer em outras ocasiões.

Ah! Só para constar: a receita rende tudo isso aí q aparece na foto. É MUITA "sopa"! Eu gosto de deixar ela mais "fininha" pq a parte q eu mais gosto são as casquinhas torradinhas =)

Esse prato é delicioso em qualquer época do ano, mas cai super bem na época das festas juninas! #ficaadica

É isso. Um abraço e até a próxima!

Coisas pra fazer em Campo Grande‏/MS

Olá!

Há algum tempo, recebi um e-mail de uma amiga pedindo algumas dicas sobre o que fazer em Campo Grande/MS, minha terra natal =) Ela ia passar alguns dias em Bonito e no Pantanal, mas também queria conhecer a capital SUL-mato-grossense.

Hoje, lembrei desse e-mail e pensei que as dicas poderiam servir para outros viajantes que estejam de passagem pela linda Cidade Morena. Por isso, aí vai!

Antes porém, observo que a maioria das minhas dicas tem a ver com comida... hehehehe... mas com certeza, valem MUITO a pena. Eu garanto! E o meu marido catarina não me deixa mentir ;)

Delícias do cerrado: É uma rede especializada em picolés e sorvetes de frutas da região e outros sabores exóticos. Uma delícia! Quem for, vai conhecer muitos sabores diferentes! Tem até picolé de queijo, q é MUITO bom por sinal! Em Campo Grande, existem dois endereços: R. Barão do Rio Branco, 1648, Centro ou Avenida Mato Grosso, 2308. Porém, para quem ficou curioso, pode pesquisar no site deles pois existem outras franquias espalhadas pelo Brasil. Aliás, parece que o nome vai mudar para "Sabores do Brasil".... hummmm!

Linguiça de Maracaju: Linguiça com 100% de carne bovina e muito bem temperada. Pra completar, as sobremesas q tem lá são muito gostosas tb, com o estilo regional. Esquina com a Eduardo Santos Pereira - Rua Espírito Santo, 1.443 . Porém, o restaurante só funciona na sexta a noite; no sábado no almoço e na janta; e no domingo na janta. Também dá saber mais no site www.linguicademaracaju.com.br

Sobá: Não tem como ir em Campo Grande, sem experimentar esta maravilha. Quem estiver em CG numa quarta-feira ou sábado a noite, pode ir na Feira Central q tem muitas opções. Se não, a melhor sobaria da cidade é o Sobá Shimada do Bairro Jardim Monte Líbano: R Antônio Corrêa 776 - Jardim Monte Líbano. Tem outro restaurante com esse nome em outra região da cidade, mas não vale a pena ir lá. (Pra quem tiver com muita fome, cai bem pedir um espetinho ;)

Feira Central: Além de dezenas de quiosques que vendem sobá, yakisoba e espetinho tem outras opções por lá. Pimentas mil, artesanatos e bugigangas do Paraguai. Rua: 14 de Julho, 3351

Parque das Nações Indígenas: Parque com muita natureza, reserva ecológica, pista para caminhada, lago e um lindo pôr-do-sol. Altos da Avenida Afonso  Pena.

CRAS: Junto da reserva ecológica do Parque das Nações Indígenas. Lá é o centro de reabilitação de animais silvestres e eles abrem alguns dias para visitação (terça a domingo). Tem  muita onça, macacos, tamanduás, papagaios e diversos animais do pantanal. Tem q agendar com antecedencia a visita: 3326 1370

UFMS: A Universidade Federal tb tem muita natureza. As coisas mais legais para conhecer são o Lago do Amor e o Estádio Morenão. No fim da tarde, centenas de garças voam para as árvores perto do lago, onde elas dormem. As capivaras circulam tranquilamente por todo campus e tb tem jacarés e cágados no lago.

Claro que existem muitos outros lugares para serem conhecidos e sabores para serem experimentados. Mas eu, como nativa, indico estes ;) Espero q gostem!

Ah! Falando em sabores, coisa boa q talvez vcs não façam nem ideia do q é, mas q é "baum dimais da conta", são os seguintes: sopa paraguaia (foto), chipa e tereré. Porém, o sucesso da sopa paraguaia e da chipa dependem muito da cozinheira e o tereré dos companheiros de roda.

A melhor sopa paraguaia de CG é a feita pela minha vó, mas é possível encontrar algumas boas opções em algumas lanchonetes. O q é sopa paraguaia? É uma espécie de bolo salgado feito com farinha de milho, cebola, leite e queijo que, em CG, em muitos lugares é vendido em pedaços como mais uma opção de salgado.

Chipa é um "tipo" de pão de queijo em forma de ferradura, mais muito mais gostoso e crocante. Antigamente, uma das minhas favoritas era uma vendida na Conveniências Salvador, localizada na Av. Calógeras, 1853, Centro. No Mercado Público, também era possível encontrar algumas bem saborosas. O importante é que ela seja bem "fresquinha", tipo recém-saída do forno.

Finalmente, tereré é erva mate um pouco mais grossa do que a do chimarrão e com água estupidamente gelada. É bem comum ver pessoas em roda na frente de casa, no trabalho, na faculdade, nos parques, passando uma guampa ou um copo com a bebida de boca em boca, tipo como fazem os bebedores de chimarrão. É uma ótima opção para espantar o calor q faz na cidade, mas é necessário cuidado na hora escolher a companhia. Afinal, todo mundo sabe das doenças que podem ser transmitidas com essa prática. Além disso, a cafeína presente na bebida não é aconselhável. Mas é uma tradição regional interessante.

Agora sim, me despeço...

Grande abraço e aproveitem a linda Cidade Morena!

Se vc ficou curioso para conhecer a Sopa Paraguaia e a Chipa, achei um vídeo bem legal q ensina a fazer as duas delícias ;) É só clicar aqui! (A receita da Sopa Paraguaia é um pouco diferente da da minha vó, mas tb deve ser muito boa =)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Vídeos - Viagem Gramado e Região

Oi gente!

Como vcs têm acompanhado nos posts anteriores, nossa viagem na Serra Gaúcha e POA foi um sucesso! Seguem abaixo os dois vídeos produzidos pelo meu maridão com outros detalhes do passeio e imagens inéditas =)

Abraço!

PARTE 1:

PARTE 2:

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Passeio em Porto Alegre

Depois de nos despedirmos do Hotel Recanto Suíço, em Nova Petrópolis, seguimos em direção a capital gaúcha pela BR 116. No caminho, um churrasco delicioso numa "quitandinha" que não me lembro o nome, duas paradas em Outlets e apenas uma comprinha no Schmitt Tricot, em Picada Café. Paramos para ver o Outlet da Converse, pensando em comprar novos tênis, mas saímos com dois casacos para o Daniel e um para mim. Infelizmente, não tinha muitas opções do meu número :(

Na sequência, em Morro Reuter, parei para ver um Ateliê de Cerâmica da artista plástica Anelise Bredow. Gostei de muitas coisas, mas não consegui visualizá-las dentro do nosso "apertamento". Por utilizar um material rústico como a argila, achei que as peças combinariam mais com uma grande varanda, jardins... enfim, com algo que ainda não possuo :( Mas, como não podia sair de mãos vazias, comprei um aromatizador que é uma gracinha. Vale a pena conhecer o trabalho! Fica a apenas 34 km de Gramado, pela VRS 833, ou a 35 km de Nova Petrópolis, pela BR 116.

Mais uns 50 km e, pela primeira vez na vida, cheguei em Porto Alegre. Passamos pelas obras da nova Arena do Grêmio, que estão num ritmo aceleradíssimo. No entanto, o carro continuava em movimento, e eu não queria perder nada da cidade desconhecida. Como toda cidade grande, a chegada assusta um pouco. Favelas, indústrias, muita sujeira, porto, mendigos... enfim, uma cidade grande. Mas andar mais para o centro, já fui me apaixonando. Apesar de ter aquela cara de cidade velha, gostei muito da cidade, avenidas largas, muitas praças e muito arborizada. Lembrou minha terra natal.

Deixamos as malas no hotel e fomos passear de barco no Rio Guaíba (foto acima) - uma experiência muito legal para descansar, pois o barco vai beeemmm devagar. R$ 10,00 por pessoa, por uma hora de passeio.

Saindo de lá, fomos fazer passeio de macho! Visitar os estádios do Inter e do Grêmio. Tadinho do Daniel, depois de tantos ateliês e hortências, ele merecia! No Beira-Rio, chegamos a tempo da última visita guiada. R$ 10,00 por cabeça, conhecemos apenas uma suíte e pudemos assistir um pouquinho do treino. O museu já estava fechado e o campo não podia ser acessado justamente por causa do treino. Mas, todo  mundo ficou feliz da vida por poder ver os jogadores em ação. Coitadinhos dos bichinhos correm. Eu já estava cansada só de assistir eles dando voltas e mais voltas naquele campo. Como eu estava sem o óculos, não consegui identificar ninguém além do Guiñazú. E o Tinga, eu chamei de Arouca :( Ainda bem que só o Daniel ouviu... hehehehe

Também fiquei impressionada em saber que tem gente/empresas que pagam R$ 150.000,00 por uma suíte dessas. É tipo um camarote para 20 pessoas. Esse valor, no caso, é para um ano de "aluguel", podendo assistir a todos os jogos. Mas ainda assim... é muita grana!

Saindo de lá, na maior cara de pau, pedimos informação para o segurança do Beira-Rio sobre como chegar no Olímpico. E não é que ele explicou certinho! Lá, não precisa pagar para acessar as arquibancadas, mas também não pode chegar no campo. Para visitar o Memorial, pagamos apenas R$ 5,00 por pessoa. O Daniel curtiu um monte. E eu tb. Mas como não entendo muito de futebol, o meu curtir é diferente. Adoro ver fotos antigas e ficar sabendo de fatos da história em geral. Morri de rir com os uniformes antigos e achei tudo muito bem organizado.

Para variar, já estávamos com muita fome. Deixamos o carro no hotel é fomos caminhando até a frente do Colégio do Rosário, para nos esbaldar com o cinquentenário Cachorro Quente do Rosário (salsinha de frango) - uma delícia sem igual. Há algum tempo, um sobrinho do dono abriu uma filial aqui em São José, mas parece que não agradou o paladar dos catarinenses e acabou fechando :( Por isso, não poderia deixar de experimentar o original. Nesse ano, a "carrocinha" completa 50 anos e é o negócio mais organizado que eu já vi. Tem um cara para cobrar, dois fazendo os sanduíches, um carinha para entregar o refri, um segurança e mais um cara do apoio que fica abastecendo a carrocinha. Negócio profissa!

Depois de toda essa andança, fomos para o hotel aguardar a chegada do Sábado e descansar. Na manhã seguinte, fomos na Igreja Adventista Central de POA. Uma bênção! Além da bela arquitetura, essa igreja tem uma liturgia diferenciada e faz um cerimonial na hora das ofertas muito emocionante. A mensagem foi linda e nós saímos abastecidos para uma maravilhosa viagem de retorno.

É isso. Grande abraço!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Terceiro dia em Gramado

Nosso terceiro dia em Gramado também começou em Nova Petrópolis - cidade onde estamos hospedados. Saímos em busca do Labirinto Verde - muito indicado por várias pessoas. Para a nossa surpresa, o labirinto fica dentro de uma praça, no centro da cidade, na mesma rua do hotel - Rua 15 de Novembro.

Ao descer do carro, já sentimos o aroma das flores espalhadas por toda a praça. Um espetáculo! O labirinto não estava tão bonito por causa da recente substituição das plantas que fazem as paredes vivas. Segundo uma comerciante local, as plantas precisaram ser substituídas porque algumas turistas acabaram estragando as plantas originais ao atravessarem as "paredes" ao invés de tentar encontrar a saída do modo correto. Por esse motivo, a Prefeitura decidiu colocar uma cerca de aço e replantar outras mudas.

No entanto,  apesar das plantas ainda estarem mirradinhas, a brincadeira de entrar no labirinto, encontrar o centro e depois sair foi SUPER divertida. Filmamos tudo e chegamos ao centro em 4 minutos e pouco. Foi um desafio bem legal! Já a saída foi mais rapidinha. Afinal, ainda lembrávamos a maior parte do percurso. Só demos uma erradinha... hehehe

Na mesma rua (15 de Novembro), um pouco mais perto do hotel, tem o Parque Aldeia do Imigrante. O ingresso custa apenas R$ 7,00 por pessoa e, como nós íamos almoçar no Restaurante BierGarten - que fica lá dentro, pagamos apenas R$7,00 pelo casal.

O lugar  é lindo! Muitas árvores, lojinhas de artesanato e acessórios alemães, tem o restaurante, tem dois pequenos lagos e depois de uma trilha bem curtinha, a Aldeia dos Imigrantes. Eles reproduziram uma aldeia completa, reconstruindo imóveis que realmente existiram no passado: igreja, escola, casa do professor, oficina, engenho, banco, casas, restaurante, pracinha e até cemitério. Outra coisa bem legal é que eles possuem um acervo bem legal de utensílios antigos. Então todas as construções estão equipadas por esses objetos. Tipo, a casa do professor é completa: com todos os móveis e utensílios da época. No banco (Caixa Rural de N. Petrópolis), você encontra fotos, arquivo histórico da cooperativa, dinheiro antigo, cofre, caixa registradora, calculadora, etc. Na oficina, tem as ferramentas usadas antigamente. E ainda tem o museu com outros objetos bem interessantes.

Por lá, também vendem cucas recém-saídas do forno e outras guloseimas tipicamente alemãs. Isso sem falar que, em diversos pontos, eles tiram aquelas fotos estilo antigo, com roupas típicas de imigrantes alemães, etc. Mas nós optamos por tirar em outro "estúdio" do mesmo grupo (fora do Parque) porque queríamos tirar foto com um carro antigo, que só tem nesse outro lugar. Daqui a pouco conto os detalhes.

Como havia mencionado, escolhemos o restaurante típico alemão Biergarten, que fica dentro do parque, para almoçar. Porém, não foi uma boa ideia. Afinal, a maior parte dos pratos típicos alemães contém coisas que não comemos, tipo carne suína, marreco, etc. Mas as sobremesas estavam ótimas!

De lá, seguimos pela mesma rua (15 de Novembro) até uma loja chamada Kukos - um verdadeiro sonho de consumo. Também tem essa loja em Gramado, mas a fachada da loja de Nova Petrópolis é mais bonita, então preferimos ir lá. No entanto, saímos na maior tristeza, pois é tudo MUITO caro. Os relógios cucos mais legais chegam a custar quase 12 mil reais. É muita grana!  No entanto, valeu a pena, pelo menos ver. Afinal, são peças artesanais e únicas, importadas diretamente da Floresta Negra, na Alemanha. São todos muito lindos! Isso sem falar nas caixas de música, carrosseis, bolas de neve e uma grande variedade de artigos decorativos da Europa e América do Norte, dando ênfase aos produtos assinados pelo artista americano Jim Shore - simplesmente, apaixonante!

Voltando pela Rua 15 de Novembro, passamos pelo estúdio que tira fotos estilo "Imigrantes Alemães Carrancudos" e tem o carro que tanto queríamos. O preço é padrão: R$ 30,00 a foto impressa já com aqueles efeitos "envelhecidos". A moldura tem o custo adicional de R$ 35,00 a mais simples e, se você quiser um CD com os arquivos de todas as fotos tiradas, bem como a trabalhada, custa mais R$ 10,00. Vestimos as roupas de imigrante por cima das nossas mesmo, coloquei as tranças postiças, chapéu, o Daniel trocou de óculos, pegou a bengala e o cachimbo e fomos para o local da foto. Chegando lá, mais uma surpresa, eles têm cachorros treinados para tirar a foto junto com a gente. E o mais interessante, é que eles são super profissionais... hehehe Já sabem certinho o que têm que fazer e, é só o dono dizer que está pronto que eles já voltam para casa. Um gracinha!

Ah! Por lá, também tem a opção de se vestir de mafioso ou de Noivos Imigrantes. #ficaadica =)

Finalmente, seguimos para Gramado a fim de comprar chocolates para trazer de lembrança e um souvenir da cidade para a nossa coleção. Mas antes, demos uma parada na Vila do Papai Noel. Um lugar bonito, mas que não compensa os R$ 16,00  da entrada. Não sei se já era o cansaço batendo, mas confesso que eu esperava mais. É um espaço amplo, com uma linda vista, lindos jardins, renas de verdade (só vi um filhote), neve artificial, Casa do Papai Noel, um Papai Noel cansadão, fábrica de presentes... mas, sei lá, não achei tudo aquilo. Para vcs terem uma ideia, o mundo mágico do Raskapuska do Beto Carrero me encantou mais. Mas, como falei, essa impressão pode ter sido resultada pelo cansaço.

Saindo de lá, nos indicaram a Loja Florybal para comprarmos o chocolate. Olha... não sei se a gente foi no lugar errado. Mas, sinceramente, não compensa. Os chocolates não são muito gostosos, nem muito bonitos e, claro, não são baratos. Para piorar, o gaúcho de chocolate que compramos para dar de presente se transformou numa coisa sem forma. O pior é que nós só descobrimos isso quando a pessoa abriu o "presente" na nossa frente. Q vexame :S

Então, se vocês querem dar chocolate de presente, o negócio é ir na Cacau Show mesmo que lá é tudo mais bonito e gostoso. heheehe... E, se o interesse for comer um chocolate REALMENTE bom e mais requintado, indico a Nugali - uma marca fabricada aqui em Santa Catarina (em Pomerode) que é fantasticamente deliciosa: o sabor, a textura... nunca saboreei chocolate mais gostoso. Não sei como é a distribuição deles no Brasil, mas em Florianópolis, a gente encontra à venda na Rodoviária e nessas lojas chiques de vinhos e chocolates importados, tipo tabacaria de shopping, entre outras. E eu vou te falar, ele dá um banho em muito chocolate suíço. Pode acreditar! #ficaadica2 ;)

No centro de Gramado, fomos atrás do nosso souvenir e acabamos comprando o manjado portal da cidade. Nesse quesito, acho que faltou criatividade dos artesões locais. Não tem muita opção. Demos mais umas voltinhas pelo centro, tiramos as últimas fotos e só.

Quase mortos de cansados, fomos "abrir" o restaurante Carlito's para comer de novo a sequência de fondue, ainda a luz do dia... hehehe Porém, dessa vez, acho que demos prejuízo para o restaurante, pois estávamos com muita fome e pedimos para eles reporem várias vezes... hehehe... Mas estava bom D+!

Sem forças para mais nada e com muita preguiça de ir no hotel, tomar banho e trocar de roupa para voltar, cancelamos nossa ida para assistir ao Grande Desfile e fomos embora descansar. Uma pena! Sei que é muito lindo, mas o cansaço estava grande demais :(

E assim terminou o nosso terceiro dia: desmaiados na cama.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Segundo dia em Gramado

Gente... não consegui terminar de escrever tudo no dia, mas segue o relato do que fizemos no segundo dia em Gramado:

Começamos nosso segundo dia em "Gramado" nos apaixonado ainda mais pelo o hotel onde estávamos hospedados. Para começar, o café da manhã é tão cuidadosamente preparado e é tão farto que resolvemos nem ir mais no Café Colonial. As acomodações são muito confortáveis, o lugar é tão sossegado, a qualidade do atendimento... Fora que os detalhes me encantaram. As toalhas, as louças... toda a decoração do refeitório e dos quartos combinam as cores azul e vermelho e o casalzinho suíço - símbolos do hotel. Enfim, mesmo com os 30 poucos km de distância e o pedágio, nessa manhã, batemos o martelo: ficaríamos hospedados ali mesmo.

Rumo a Gramado, paramos para visitar uma vinícola que fica ainda no território de Nova Petrópolis: "Viña do Lago". O parreiral tb foi atingido pela chuva de granizo nesse final de ano, mas ainda assim, estava lindo. Não podemos visitar a parte da fábrica, mas aproveitamos para tirar lindas fotos.

Depois da vinícola, seguimos para o Parque Caracol, em Canela. A entrada no parque está R$ 12,00 por pessoa. Taxa normal cobrado em qualquer parque que eu já tenha visitado. Como não podia ser diferente, tiramos uma foto com a Cascata do Caracol ao fundo e tiramos mais fotos com hortências =)

Resolvemos pagar mais R$ 8,00 por cabeça para subir num elevador para ver a cascata mais de cima. Mas, se querem saber, não aconselho ninguém. Não vale a pena. A gente não vê nada muito diferente do já tinha visto lá em baixo. Então, economizem esses oito reais para outro passeio. Lá também tem aquela escada de mais de 700 degraus para chegar não sei direito onde. No entanto, como nosso preparo físico não está lá essas coisas, rapidamente decidimos abortar esta missão. Ainda tem um passeio com um trenzinho lá dentro, mas, devido ao tempo curto de percurso e o desânimo estampado no rosto de quem saia do passeio, decidimos economizar mais essa graninha.

De lá, partimos com o objetivo de andar no teleférico. No entanto, a fila estava gigantesca, com previsão de pelo menos uma hora de espera, fora o gasto de mais R$ 25,00. Desistimos.

Na mesma estrada, seguimos para o Parque da Ferradura. Um pouco longinho e na estrada sem asfalto. Aliás, só para esclarecer, tem asfalto até o Parque Caracol. Só dali para frente (teleférico, Parque da Ferradura, etc) é q fica sem asfalto. Pagamos mais R$ 8,00 por pessoa para ter a acesso a vista e valeu a pena. Para quem tiver pique, lá ainda tem diversas trilhas que dão acesso a outros ângulos da região.

A essa altura, já passava do meio-dia e nós estávamos morrendo de fome. Tentamos alguns restaurantes pelo caminho até Gramado, mas nenhum restaurante nos apeteceu na questão custo/benefício. Resultado: fomos parar no Pasteleiro, 
um restaurante que serve pasteis de diversos sabores, sopas, lasanhas, saladas e salgados de forno, tudo isso envolto em um ambiente cinematográfico. 

As opções de tamanho do pastel são classificadas em curta, super 8 e longa metragem. E os sabores dos pratos são identificados com o nome de um clássico do cinema. Porém, a fome era tanta que me esqueci de anotar os nomes. Só me lembro que as saladas variavam, entre "Sherek" e "Incrível Huck". Uma das coisas que mais gostei foi que, na salada, vieram tirinhas de massa de pastel fritas na hora. Uma delícia! No total, gastamos uns R$ 30,00 e saímos satisfeitos.

De estômago cheio, fomos para uma atividade mais tranquila: Lago Negro, com direito a muitas pedaladas em um daqueles cisnes famosos das fotos. Para o meu encanto: mais hortências! Em volta de todo o lago, nas margens, subindo os morros... um verdadeiro colírio para os olhos. Lá, não precisa pagar para entrar e ver. Apenas para pedalar. Ufa! Tudo bem... fazer o que... pelo menos, eles nos emprestam um colete salva-vidas e nos ajudam a entrar e sair daquela geringonça. hehehe R$ 20,00 o casal. A perna do Daniel não cabia direito dentro do pedalinho e pedalar se tornou um ENORME desafio.

Depois de uma voltinha, aproveitamos para contornar o lago a pé mesmo, fazendo mais um book fotográfico de hortências =) Por lá, vi um caricaturista com um trabalho bem interessante, mas ainda assim, não nos comoveu a abrir a carteira. =) 


Seguimos então para o Mini Mundo. Famoso Mini Mundo! Confesso que não estava muito motivada para ir lá. Mas, quando entrei, me apaixonei. Dá vontade de ter um daqueles em casa. O ingresso sai R$ 16,00 por pessoa. Mas achei tão lindo e tão perfeito que pagaria novamente. Gostei e indico!


Infelizmente, tivemos que sair para nos arrumarmos e voltarmos para a tão esperada apresentação do Nativitaten. Chegamos ao local da apresentação com quase uma hora de antecedência e fomos surpreendidos com a informação de que eu deveria ter trocado o meu voucher (ingressos que comprei pela internet) no centro, na Central que já deveria estar fechada. 


Quase tive um treco. Afinal, na compra online, não explicava que a bilheteria Central (onde deveria ser efetuada a troca) ficava em um outro local e funcionava em outro horário. No entanto, o susto passou rápido pois tinha uma pessoa lá que intercedeu e rapidamente resolveu o problema e nos colocou sentados em nossa arquibancada.

Durante a espera para começar o show, percebi o quanto faz frio em Gramado. Embora o calor tivesse sido intenso durante o dia, a noite, não tem jeito. É MUITO frio. Gente, outra coisa, quando quiserem assistir a este tipo de espetáculo é bom chegar com antecedência para garantir um bom lugar e não atrapalhar quem chegou cedo. É um transtorno acomodar os atrasados que chegam em cima da hora.

A apresentação foi 'indescritivelmente' linda! E assistirei quantas vezes tiver oportunidade. Nós assistimos da Arquibancada B (foto acima). Foi legal, pois além da vista de todo o lago (que todos têm), e
stávamos, relativamente, próximos do coral, percussionistas e telões. Além do mais, fica mais perto da saída. Ufa! 

Observação do Daniel:
O tempo estava fechado, parecia que ia chover. Todo mundo com capa de chuva já preparados para o "toró". A Ellen estava ansiosa para colocar a sua, mas eu disse que Deus estaria com a gente e não permitiria. Dito e feito. Não choveu. Devia ter tirado uma foto do tempo fechado. Aliás, em 1550 km de estrada, só choveu 4 km, já chegando em Floripa. Uma benção!

Nessa correria toda, ficamos sem jantar e depois do término do espetáculo, estávamos mortos de fome e de sono. Fomos para a Pizzaria Porto dos Piratas - um ambiente totalmente temático e com uma pizza muito saborosa. 

No maior clima de Piratas do Caribe, até o banheiro é estilizado. Os garçons estão vestidos de pirata e todos os detalhes tem a ver com o tema - até o nome das pizzas (Sete Mares - parmesão, mussarela, provolone, catupiry, gorgonzola, lanche e cheddar; Pérola Negra - leite condensado e chocolate preto) hummm... me deu até fome só de lembrar...

Vale super a pena e rende muitas fotos. Apesar de ter plaquinhas dizendo que é proibido filmar e fotografar, no final das contas, eles até "batem" a foto.

Finalmente, depois de um dia MEGA cansativo mas delicioso, voltamos para o hotel. E vamos dormir porque amanhã tem mais!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Primeiro dia em Gramado

Nesta terça-feira, 03 de janeiro de 2012, meu Amado e eu partimos de Florianópolis em direção a cidade de Gramado, famosa por seus chocolates e seu maravilhoso Natal Luz.

A viagem foi tranquila, apesar dos trechos ainda não duplicados da BR-101 em SC. E, a seguir, vocês saberão como foi o nosso primeiro dia por essas bandas do Sul e receberão algumas dicas e conselhos que talvez possam ajudar quando estiverem por aki. Para começar, prepara o bolso, pq o negócio aki é cruel :$ Mas vale a pena =)

GNV - Um detalhe técnico nos deixou um pouco chateados: o último posto com GNV fica uns 30 e poucos km antes de Gramado e o nosso hotel fica uns 30 poucos km depois de Gramado. Ou seja, vamos ter q andar na gasolina msm por uns dias :(

Mas vamos ao que interessa!

A chegada na cidade parece até um sonho: paredões com hortências, dos dois lados da pista, a perder de vista. Para completar, quando a gente entra cidade, especialmente no centro, parece que nós chegamos a um outro país. Não que eu tenha muita experiência em outros países, mas é que é completamente diferente de qualquer coisa que eu já tenha visto no Brasil.

A cidade já é linda! Todas as construções, os restaurantes, as lojas, as praças, as flores, os postes... e ainda tem a decoração de Natal mais linda que eu já vi. No momento ainda nem tenho palavras para descrever.

Museu de Cera - Depois de darmos uma volta em Gramado, fomos para o Museu de Cera. Por lá, 60 bonecos de pessoas famosas estão a espera da turistada. Na entrada um Avatar perfeito, o Will Smith (MIB) e o Exterminador do Futuro nos dão as boas vindas e torna-se quase impossível não pagar para ver as demais personalidades.

O problema é que o precinho é bem salgadinho: R$ 30,00 por pessoa. E, lá dentro, a maioria dos bonecos estão atrás de cordões de isolamento e os melhores bonecos e cenários (Jack Sparrow, Homem Aranha com o cenário de ponta cabeça e mesa dos presidentes dos EUA e Lula) só podem ser fotografados com a máquina deles. E, se vc gostar, tem que morrer mais 15 pila para ficar com a foto. Ou melhor, uma é R$ 15,00, duas é R$ 20,00 e bye bye dinheirinho...

Mas, ainda assim... gostei. Mas jamais irei de novo... hehehe

Hotel - Depois desse "assalto" viemos conhecer nosso hotel (Recanto Suiço, em Nova Petrópolis). Trinta e poucos km nunca pareceram tão longos. Para piorar, um pedágio no meio do caminho cobrando R$ 7,50. Tá louco! Já estávamos pensando em cancelar o hotel aqui e arrumar qualquer coisa dentro de Gramado msm.

No entanto, o Hotel é uma graça, tem até lareira no quarto. O refeitório é quase uma casa de boneca e as hortências do jardim são ainda mais azuis do que todas as do caminho. A dona (uma senhorinha mega simpática) ainda nos tranquilizou dizendo que durante o mesmo dia, só precisamos pagar o pedágio uma vez. Ufa! Resultado: decidimos ficar por aki msm!

Fondue - Banho tomado, voltamos para Gramado a fim de estrearmos nossa visita à Gramado com Fondue. Depois de uma pesquisa pela internet, descobri que os preços da sequencia de fondue pareciam variar entre R$ 40,00 e R$ 60,00. No entanto, logo na Av. das Hortências, descobrimos o Carlito's Restaurant. O local cobrava R$ 44,00 por pessoa. No entanto, para pagamentos em dinheiro, o preço cai para R$ 34,00. Q bênção!

Para melhorar, o lugar é uma gracinha tb. Gente, Valeu cada centavo. pena q eu não tinha mais um estômago para aproveitar mais.

Primeiro, o Fondue de Queijo com pão, polenta frita, batata cozida e goiabada para acompanhar. Depois, Fondue de Carne, com alcatra, filet mignon, contra-filé e frango para grelhar na pedra, com o acompanhamento de 12 tipos de molhos. Tudo a vontade! E os garçons repondo o que a gente pedisse. Finalmente, quando já não tinha espaço para mais nada, o Fondue de Chocolate com 8 frutas para acompanhar. Uma DELÍCIA!

Além da comilança, tomamos dois sucos deliciosos de uva e dois refrigerantes. No total, pagamos R$ 95,00. #valeusuperapena! Mas, claro, é bom lembrar que vc, suas roupas e seu cabelo saem defumados =)
Agora, preciso dormir pq amanhã tem mais!

Abraço.