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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Segundo dia em Gramado

Gente... não consegui terminar de escrever tudo no dia, mas segue o relato do que fizemos no segundo dia em Gramado:

Começamos nosso segundo dia em "Gramado" nos apaixonado ainda mais pelo o hotel onde estávamos hospedados. Para começar, o café da manhã é tão cuidadosamente preparado e é tão farto que resolvemos nem ir mais no Café Colonial. As acomodações são muito confortáveis, o lugar é tão sossegado, a qualidade do atendimento... Fora que os detalhes me encantaram. As toalhas, as louças... toda a decoração do refeitório e dos quartos combinam as cores azul e vermelho e o casalzinho suíço - símbolos do hotel. Enfim, mesmo com os 30 poucos km de distância e o pedágio, nessa manhã, batemos o martelo: ficaríamos hospedados ali mesmo.

Rumo a Gramado, paramos para visitar uma vinícola que fica ainda no território de Nova Petrópolis: "Viña do Lago". O parreiral tb foi atingido pela chuva de granizo nesse final de ano, mas ainda assim, estava lindo. Não podemos visitar a parte da fábrica, mas aproveitamos para tirar lindas fotos.

Depois da vinícola, seguimos para o Parque Caracol, em Canela. A entrada no parque está R$ 12,00 por pessoa. Taxa normal cobrado em qualquer parque que eu já tenha visitado. Como não podia ser diferente, tiramos uma foto com a Cascata do Caracol ao fundo e tiramos mais fotos com hortências =)

Resolvemos pagar mais R$ 8,00 por cabeça para subir num elevador para ver a cascata mais de cima. Mas, se querem saber, não aconselho ninguém. Não vale a pena. A gente não vê nada muito diferente do já tinha visto lá em baixo. Então, economizem esses oito reais para outro passeio. Lá também tem aquela escada de mais de 700 degraus para chegar não sei direito onde. No entanto, como nosso preparo físico não está lá essas coisas, rapidamente decidimos abortar esta missão. Ainda tem um passeio com um trenzinho lá dentro, mas, devido ao tempo curto de percurso e o desânimo estampado no rosto de quem saia do passeio, decidimos economizar mais essa graninha.

De lá, partimos com o objetivo de andar no teleférico. No entanto, a fila estava gigantesca, com previsão de pelo menos uma hora de espera, fora o gasto de mais R$ 25,00. Desistimos.

Na mesma estrada, seguimos para o Parque da Ferradura. Um pouco longinho e na estrada sem asfalto. Aliás, só para esclarecer, tem asfalto até o Parque Caracol. Só dali para frente (teleférico, Parque da Ferradura, etc) é q fica sem asfalto. Pagamos mais R$ 8,00 por pessoa para ter a acesso a vista e valeu a pena. Para quem tiver pique, lá ainda tem diversas trilhas que dão acesso a outros ângulos da região.

A essa altura, já passava do meio-dia e nós estávamos morrendo de fome. Tentamos alguns restaurantes pelo caminho até Gramado, mas nenhum restaurante nos apeteceu na questão custo/benefício. Resultado: fomos parar no Pasteleiro, 
um restaurante que serve pasteis de diversos sabores, sopas, lasanhas, saladas e salgados de forno, tudo isso envolto em um ambiente cinematográfico. 

As opções de tamanho do pastel são classificadas em curta, super 8 e longa metragem. E os sabores dos pratos são identificados com o nome de um clássico do cinema. Porém, a fome era tanta que me esqueci de anotar os nomes. Só me lembro que as saladas variavam, entre "Sherek" e "Incrível Huck". Uma das coisas que mais gostei foi que, na salada, vieram tirinhas de massa de pastel fritas na hora. Uma delícia! No total, gastamos uns R$ 30,00 e saímos satisfeitos.

De estômago cheio, fomos para uma atividade mais tranquila: Lago Negro, com direito a muitas pedaladas em um daqueles cisnes famosos das fotos. Para o meu encanto: mais hortências! Em volta de todo o lago, nas margens, subindo os morros... um verdadeiro colírio para os olhos. Lá, não precisa pagar para entrar e ver. Apenas para pedalar. Ufa! Tudo bem... fazer o que... pelo menos, eles nos emprestam um colete salva-vidas e nos ajudam a entrar e sair daquela geringonça. hehehe R$ 20,00 o casal. A perna do Daniel não cabia direito dentro do pedalinho e pedalar se tornou um ENORME desafio.

Depois de uma voltinha, aproveitamos para contornar o lago a pé mesmo, fazendo mais um book fotográfico de hortências =) Por lá, vi um caricaturista com um trabalho bem interessante, mas ainda assim, não nos comoveu a abrir a carteira. =) 


Seguimos então para o Mini Mundo. Famoso Mini Mundo! Confesso que não estava muito motivada para ir lá. Mas, quando entrei, me apaixonei. Dá vontade de ter um daqueles em casa. O ingresso sai R$ 16,00 por pessoa. Mas achei tão lindo e tão perfeito que pagaria novamente. Gostei e indico!


Infelizmente, tivemos que sair para nos arrumarmos e voltarmos para a tão esperada apresentação do Nativitaten. Chegamos ao local da apresentação com quase uma hora de antecedência e fomos surpreendidos com a informação de que eu deveria ter trocado o meu voucher (ingressos que comprei pela internet) no centro, na Central que já deveria estar fechada. 


Quase tive um treco. Afinal, na compra online, não explicava que a bilheteria Central (onde deveria ser efetuada a troca) ficava em um outro local e funcionava em outro horário. No entanto, o susto passou rápido pois tinha uma pessoa lá que intercedeu e rapidamente resolveu o problema e nos colocou sentados em nossa arquibancada.

Durante a espera para começar o show, percebi o quanto faz frio em Gramado. Embora o calor tivesse sido intenso durante o dia, a noite, não tem jeito. É MUITO frio. Gente, outra coisa, quando quiserem assistir a este tipo de espetáculo é bom chegar com antecedência para garantir um bom lugar e não atrapalhar quem chegou cedo. É um transtorno acomodar os atrasados que chegam em cima da hora.

A apresentação foi 'indescritivelmente' linda! E assistirei quantas vezes tiver oportunidade. Nós assistimos da Arquibancada B (foto acima). Foi legal, pois além da vista de todo o lago (que todos têm), e
stávamos, relativamente, próximos do coral, percussionistas e telões. Além do mais, fica mais perto da saída. Ufa! 

Observação do Daniel:
O tempo estava fechado, parecia que ia chover. Todo mundo com capa de chuva já preparados para o "toró". A Ellen estava ansiosa para colocar a sua, mas eu disse que Deus estaria com a gente e não permitiria. Dito e feito. Não choveu. Devia ter tirado uma foto do tempo fechado. Aliás, em 1550 km de estrada, só choveu 4 km, já chegando em Floripa. Uma benção!

Nessa correria toda, ficamos sem jantar e depois do término do espetáculo, estávamos mortos de fome e de sono. Fomos para a Pizzaria Porto dos Piratas - um ambiente totalmente temático e com uma pizza muito saborosa. 

No maior clima de Piratas do Caribe, até o banheiro é estilizado. Os garçons estão vestidos de pirata e todos os detalhes tem a ver com o tema - até o nome das pizzas (Sete Mares - parmesão, mussarela, provolone, catupiry, gorgonzola, lanche e cheddar; Pérola Negra - leite condensado e chocolate preto) hummm... me deu até fome só de lembrar...

Vale super a pena e rende muitas fotos. Apesar de ter plaquinhas dizendo que é proibido filmar e fotografar, no final das contas, eles até "batem" a foto.

Finalmente, depois de um dia MEGA cansativo mas delicioso, voltamos para o hotel. E vamos dormir porque amanhã tem mais!

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