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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Passeio em Porto Alegre

Depois de nos despedirmos do Hotel Recanto Suíço, em Nova Petrópolis, seguimos em direção a capital gaúcha pela BR 116. No caminho, um churrasco delicioso numa "quitandinha" que não me lembro o nome, duas paradas em Outlets e apenas uma comprinha no Schmitt Tricot, em Picada Café. Paramos para ver o Outlet da Converse, pensando em comprar novos tênis, mas saímos com dois casacos para o Daniel e um para mim. Infelizmente, não tinha muitas opções do meu número :(

Na sequência, em Morro Reuter, parei para ver um Ateliê de Cerâmica da artista plástica Anelise Bredow. Gostei de muitas coisas, mas não consegui visualizá-las dentro do nosso "apertamento". Por utilizar um material rústico como a argila, achei que as peças combinariam mais com uma grande varanda, jardins... enfim, com algo que ainda não possuo :( Mas, como não podia sair de mãos vazias, comprei um aromatizador que é uma gracinha. Vale a pena conhecer o trabalho! Fica a apenas 34 km de Gramado, pela VRS 833, ou a 35 km de Nova Petrópolis, pela BR 116.

Mais uns 50 km e, pela primeira vez na vida, cheguei em Porto Alegre. Passamos pelas obras da nova Arena do Grêmio, que estão num ritmo aceleradíssimo. No entanto, o carro continuava em movimento, e eu não queria perder nada da cidade desconhecida. Como toda cidade grande, a chegada assusta um pouco. Favelas, indústrias, muita sujeira, porto, mendigos... enfim, uma cidade grande. Mas andar mais para o centro, já fui me apaixonando. Apesar de ter aquela cara de cidade velha, gostei muito da cidade, avenidas largas, muitas praças e muito arborizada. Lembrou minha terra natal.

Deixamos as malas no hotel e fomos passear de barco no Rio Guaíba (foto acima) - uma experiência muito legal para descansar, pois o barco vai beeemmm devagar. R$ 10,00 por pessoa, por uma hora de passeio.

Saindo de lá, fomos fazer passeio de macho! Visitar os estádios do Inter e do Grêmio. Tadinho do Daniel, depois de tantos ateliês e hortências, ele merecia! No Beira-Rio, chegamos a tempo da última visita guiada. R$ 10,00 por cabeça, conhecemos apenas uma suíte e pudemos assistir um pouquinho do treino. O museu já estava fechado e o campo não podia ser acessado justamente por causa do treino. Mas, todo  mundo ficou feliz da vida por poder ver os jogadores em ação. Coitadinhos dos bichinhos correm. Eu já estava cansada só de assistir eles dando voltas e mais voltas naquele campo. Como eu estava sem o óculos, não consegui identificar ninguém além do Guiñazú. E o Tinga, eu chamei de Arouca :( Ainda bem que só o Daniel ouviu... hehehehe

Também fiquei impressionada em saber que tem gente/empresas que pagam R$ 150.000,00 por uma suíte dessas. É tipo um camarote para 20 pessoas. Esse valor, no caso, é para um ano de "aluguel", podendo assistir a todos os jogos. Mas ainda assim... é muita grana!

Saindo de lá, na maior cara de pau, pedimos informação para o segurança do Beira-Rio sobre como chegar no Olímpico. E não é que ele explicou certinho! Lá, não precisa pagar para acessar as arquibancadas, mas também não pode chegar no campo. Para visitar o Memorial, pagamos apenas R$ 5,00 por pessoa. O Daniel curtiu um monte. E eu tb. Mas como não entendo muito de futebol, o meu curtir é diferente. Adoro ver fotos antigas e ficar sabendo de fatos da história em geral. Morri de rir com os uniformes antigos e achei tudo muito bem organizado.

Para variar, já estávamos com muita fome. Deixamos o carro no hotel é fomos caminhando até a frente do Colégio do Rosário, para nos esbaldar com o cinquentenário Cachorro Quente do Rosário (salsinha de frango) - uma delícia sem igual. Há algum tempo, um sobrinho do dono abriu uma filial aqui em São José, mas parece que não agradou o paladar dos catarinenses e acabou fechando :( Por isso, não poderia deixar de experimentar o original. Nesse ano, a "carrocinha" completa 50 anos e é o negócio mais organizado que eu já vi. Tem um cara para cobrar, dois fazendo os sanduíches, um carinha para entregar o refri, um segurança e mais um cara do apoio que fica abastecendo a carrocinha. Negócio profissa!

Depois de toda essa andança, fomos para o hotel aguardar a chegada do Sábado e descansar. Na manhã seguinte, fomos na Igreja Adventista Central de POA. Uma bênção! Além da bela arquitetura, essa igreja tem uma liturgia diferenciada e faz um cerimonial na hora das ofertas muito emocionante. A mensagem foi linda e nós saímos abastecidos para uma maravilhosa viagem de retorno.

É isso. Grande abraço!

2 comentários:

Celina Silva Pereira disse...

Ellen,
estive três sábados nessa igreja em Porto Alegre, que foi a primeira igreja que frequentei (à época noutro endereço). Talvez tenha passado por ti nos sábados 24.12.2011, 31.12.2011 ou 07.01.2012.
Meu pai foi diácono nessa igreja (agora já é falecido) e participou da linda cerimônia de ofertório que comentou.
Beijos.
Celina

Ellen Ramos Gonçalves disse...

Olá Celina! Estivemos lá no sábado, dia 07/01. Q pena q não tivemos a oportunidade de nos conhecer pessoalmente. A cerimônia de ofertório me impressionou muito. Fico muito feliz que seu pai tenha tido a oportunidade de participar. Grande abraço!

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