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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Veja alerta sobre os perigos do sal

Se tem uma coisa que me faz falta na comida é o tal do sal. Não sei se por costume ou até por ter a pressão baixa, vivo exagerando no sal. Aliás, tem dias que sinto vontade de comer sal. Não como de colherada, claro! Mas, de pouco em pouco, vou 'lambiscando' e quando paro pra prestar atenção, já comi bastante :S

Não é de hoje que se fala nos perigos do sal, mas é sempre bom refrescar a mente e provocar, quem sabe, uma mudança de hábitos. Principalmente porque esta mudança deve interferir diretamente na nossa qualidade de vida.

Além daqueles probleminhas que toda a mulher detesta resultante da retenção de líquidos provocada também por causa do sal, o consumo de sal exagerado pode levar a problemas cardíacos graves.

Então, além de tentar conscientizar a mim mesma, resolvi compartilhar o artigo publicado pelo site da Revista Veja neste dia 02 de novembro. A matéria chama a atenção para o excesso de sal nas comidas prontas e congeladas e, no final, mostra como o sal agride o nosso organismo, podendo causar o infarte, o derrame cerebral e até a paralização dos rins.

Reduzir o consumo de sal pode evitar problemas cardíacos
Se ingestão diária ficar em 6g, o número de mortes pode ser reduzido em 20%

Diminuir a quantidade de sal consumida diariamente pode reduzir em até 20% os casos de doenças cardíacas. Segundo um estudo feito por pesquisadores britânicos e publicado no periódico Heart, a criação de uma lei que obrigasse as empresas alimentícias a reduzir a porcentagem de sal em produtos congelados, cereais, salgadinhos e em sanduíches, seria 20 vezes mais eficaz do que sugestões nutricionais.

Um dos maiores problemas alimentares apontados é comum na maioria dos países ocidentais. Produtos como pizzas e lanches, têm, em uma única porção, muito mais sal do que os 6g recomendados para o consumo diário. Na Austrália, onde cientistas vêm forçando empresas a diminuir a quantia de sal nos alimentos, o número de mortes por doenças cardíacas caiu 18%. Entre as restrições impostas, está a proibição de quantias superiores a 3g em comidas congeladas e maiores de 0,3g em salgadinhos e sanduíches.

“As empresas alimentícias precisam gerar dinheiro para seus acionistas, mas elas têm também responsabilidades para com a sociedade. Se essa responsabilidade é falha, então há justificativas éticas para que o governo interfira”, diz Linda Cobiac, pesquisadora da University of Queensland e coordenadora do estudo.

Fisiologia - O sal, quando consumido em excesso, pode causar o aumento da pressão arterial, que pode prejudicar os vasos, o coração, os rins e até mesmo o cérebro. Cobertos internamente por uma camada fina, os vasos podem se machucar quando o sangue circula com pressão elevada. Assim, eles endurecem e ficam mais estreitos, o que pode resultar em um futuro entupimento ou rompimento. Se esse vaso prejudicado está localizado no coração, por exemplo, a probabilidade de ocorrer um infarto aumenta. Caso ele esteja no cérebro, o paciente pode sofrer um derrame cerebral. Nos rins, podem ocorrer alterações na filtração e até mesmo a paralisação dos órgãos.

2 comentários:

Cassi disse...

É, eu também tenho que me controlar mais com o sal e temperos, mas é bem difícil. Adoro tudo: cebola, pimentão, tempero verde, mostarda, alho... Em outubro eu equilibrei melhor isso, começamos a controlar melhor nossa alimentação, aumentando o consumo de frutas, verduras cruas e diminuindo a quantidade de, massas, batatas, arroz... E aproveitei a mudança pra cuidar com o sal.
Sempre é bom lembrar dos perigos desse vilão, pra ver se uma hora a gente realmente muda.
Obrigada pela dica. Beijos e ótimo restante de semana!

Anônimo disse...

Muito boa essa matéria norinha.Um super bju pra ti. RHAY

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